• Gustavo Sette

Steve Jobs morreu há 10 anos. A Apple está melhor sem ele?




Impossível responder, mas se olharmos os fatos, a empresa cresceu em patamares absurdos (mais de 600% em uma década), tornando-se maior do que o PIB de muitos países. Cresceu em vendas, lucro, admiração, relevância e, se não cresceu em inovação, certamente não fez feio.

Steve Jobs conduziu a sua sucessão de forma exemplar. Escolheu o executivo certo para o FUTURO da empresa e que completava as suas deficiências, deu a ele tempo, espaço, legitimidade, fez um período de cogestão e passou o bastão para um CEO pronto 2 meses antes de morrer. Ninguém ficou surpreso e não se perdeu um minuto (e nem dinheiro) com sucessão após a morte do fundador.


Não sabemos se Jobs seguiu esse caminho por brilhantismo ou por causa da doença que o matou tão cedo, mas nada tira os seus méritos. Eternizou o seu legado individual e deixou uma empresa de sucesso e orgulho colossais.


Nesse vídeo, comento os acertos de Jobs na sucessão, os êxitos da empresa sob a gestão de Tim Cook, uma análise da mudança de foco - de inovação em produto para disciplina fanática - e faço uma reflexão sobre o mantra de que ninguém é insubstituível.


A propósito, já está na hora de Tim Cook começar a falar em sucessão. Que tipo de executivo a Apple deve procurar para o futuro?


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