• Gustavo Sette

É utopia seguir a minha paixão no trabalho?

Não chega a ser utopia, mas tem muito exagero e conversa fiada em torno desse tema...


Nesse Papo Reto com Adriana Netto, defendo que existe uma excessiva romantização a respeito do tal de “fazer o que se gosta”.





Não que precisemos fazer algo que não gostamos, mas vejo uma abordagem enganosa que está produzindo um efeito perigoso: pessoas entrando no mercado de trabalho em busca de um ambiente que traz 100% de prazer, como se tudo tivesse que ser legal o tempo todo.


Na verdade, devemos buscar um trabalho que faça sentido, que nos faça perseguir a excelência e que nos leve a gostar do que fazemos. Isso levará ao reconhecimento e ao crescimento.


Ao gostar do que fazemos, evoluiremos e então vamos fazer o que gostamos. Isso pode exigir experimentar algumas carreiras diferentes, sobretudo no começo da jornada, mas sem a expectativa de encontrar o trabalho, o ambiente e o chefe perfeitos. É preciso começar.


O trabalho mais apaixonante do mundo tem um monte de atividades e coisas chatas, mas a parte chata tem que estar a serviço de algo!



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